quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Diário de bordo da nave Estação Raul

Caros companheiros de trabalho da Estação Raul. Estamos escrevendo esse email para comunicar nossa saída da produção do coletivo poesia dos 50. Felizmente acabamos em all you need is love, so, let's enjoy different worlds because we can sing!
Com o amor a gente aceita a morte e vida nova que sempre bate a porta. O fim da Estação Raul para nós é um momento feliz, de estar em dia não com a "espécie de tributo ao Raul Seixas" (acho que ele não precisa de credores), mas sim com a metamorfose da filosofia possível nas suas músicas (intenciono algo bem ao gosto do rock por vezes debochado de Raul Seixas, ao meu ver, o único raulseixista possível).
Sendo assim, faço votos para que continuem as marteladas nesse "filão", grandes experimentações foram e serão possíveis, uma lista de colunas radiofônicas intensas já existe.
Parabéns para nós, para os que continuam e para os que virão.
Pluct, plact, zum para vocês! Deixem o carimbador, e boa viagem!!!
(26/08/2011)
Fábio e Maria

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O dia em Que a Terra Parou

O Maluco Raul Seixas, em seu sonho, viu um mundo parado... Inerte.... Em paz!
Como bom discípulo de Heráclito, Raul mostrou na canção "O Senhor da Guerra", a necessidade iminente da guerra para o movimento.
Lutar pela paz é uma imensa contradição! É como lutar a noite para que o sol não nasça de manhã. Até a ciência biológica de Darwin, percebeu que a guerra é o motor da vida. Não é essa a lógica da seleção natural? Isso aqui não é uma panfletagem em favor da violência, das bombas e do genocídio. É apenas o reconhecimento de que tudo o que se move, o faz através de um conflito.
Aos que insistem em lutar e panfletar pela paz, o local mais apropriado para encontrá-la é o cemitério.

Abaixo a Letra inteira da canção "Senhor da Guerra" (Raul Seixas)

Muito (des) prazer, eu sou o senhor da guerra
Eu vou lhes dizer o que a guerra encerra
Abra os olhos, vê se presta atenção
Atenção!
Atenção!

A guerra traz um pouco de ação
Evita a superpopulação
É dinheiro pra quem sabe ganhar
E isso faz o mundo girar
Aquele que lutar pela paz
Aposto que ainda não sabe a besteira que faz

Pois guerra é guerra
Que sacode a nossa terra
Quem se vira aqui se ferra
O negócio é se dar bem
Se a barra pesa
Oc carola entra na reza
Bom gorila que se presa
Não dá bola pra ninguém

Muito prazer eu sou o senhor da guerra
E vou lhes dizer o que a guerra encerra
Abra os olhos, vê se presta atenção
Atenção!
Atenção!
Levanta pelo mundo na mão
É lança, arco e flecha ou canhão
Agora nosso pique é total
Terceira estrela no sideral
E o velho Harlley que se cuide
Ou pegue o rabo e se mude

Pois guerra é guerra
Que sacode a nossa terra
Quem se vira aqui se ferra
O negócio é se dar bem
Se a barra pesa
Os carola entra na reza
Bom gorila que se presa
Não dá bola pra ninguém

Ouça Aqui o Programa: 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

TRILOGIA DO AMOR

Máscaras do poeta fingidor:

Parte 3

"A máscara misteriosa"


Música: 'Love is magick'


Texto e voz: Gabriel Giannattasio

Introdução musical: Beatles 'All you need is love'

Edição: Jeferson Sabran

Produção: Coletivo Poesia dos 50

Ouça Aqui o Programa: 



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

TRILOGIA DO AMOR
Máscaras do poeta fingidor:
Parte 2
“A máscara libidinosa”

Música: Loba
“Era uma vez uma garotinha que ia tirando e jogando suas roupas na fogueira. Fazia isso a pedido de um lobo peludo que fingia ser sua vovozinha...”

Pode parecer, mas isso não é uma versão pornô da história de Chapeuzinho Vermelho. A cena descrita faz parte de uma dentre as 35 versões existentes na cultura popular ao redor do mundo para essa historinha. Isto, antes dela ser consagrada como um conto de fadas nos textos dos alemães Jacob e Wilhelm Grimm, no século 19. Narrativas populares como Chapeuzinho Vermelho foram durante séculos transmitidas oralmente de geração para geração. Mas, nem sempre eram histórias para crianças e raramente tinham finais felizes.

Ouça, na Estação Raul, mais uma versão desta clássica história.

Ouça Aqui o Programa: 



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Trilogia do Amor I












TRILOGIA DO AMOR
Máscaras do poeta fingidor:
Parte 1
"A máscara debochada"

Tu és o MDC da Minha Vida
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